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domingo, 2 de agosto de 2015

Conto erótico: Seduzido pelo enfermeiro

"Olá! Curto muito seu blog, sempre me salva quando me sinto só! kkkkkk
Resolvi colaborar com um conto erótico que foi praticamente sonho!"

Valeu pela colaboração CSPM! Abração por trás.

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Estava amanhecendo e eu logo percebi que havia algo errado comigo, não estava me sentindo muito bem, estava fraco e com dores pelo corpo. Naquele tempo eu era mais assustado com relação a qualquer tipo de problema de saúde então logo ia ao médico por qualquer coisa e dessa vez não foi diferente.
Fui ali por Laranjeiras mesmo, local onde resido, chegando lá tinha que fazer a triagem com um enfermeiro para ele te analisar e classificar o nível de urgência do seu caso. Eu estava completamente desligado, mal reparei nele, mas sabia que era um tiozão de uns 40 anos meio atlético. Ele começou a me interrogar sobre alergias, medicamentos e etc e levantou para medir a minha pressão que era só o que faltava.
Quando ele levantou, colocou aquele apoio de braço próximo a mim e pegou a máquina manual de pressão. Como estava meio fraco eu realmente não percebi nada, mas ele segurou meu braço com mais firmeza e começou a roçar involuntariamente em sua perna, em quanto media, ele colocou meu braço exatamente na região da cintura.
Demorei uns segundos para perceber que ele já estava completamente excitado e me encarando, quando percebi levei um susto, o que também assustou ele. Mas, depois do susto, comecei a apalpar aquele volume e percebi que não era nada pequeno. Nós não trocamos nenhuma palavra, ele simplesmente entendeu que eu faria oque ele estava querendo.
Esqueci completamente o motivo de ter ido ao médico e coloquei seu membro pra fora, era lindo, cabeçudo, com um saco bom e um tamanho bacana, chupei ele inteiro, como nunca havia chupado um pau… não sou muito disso, mas essa oportunidade me deixou completamente excitado, ele era cafuçu, raspadinho, lisinho.
Ele me levantou e me levou para uma maca que havia nos fundos da sala, começou a chupar o meu também que estava a ponto de bala, percebi que era a primeira vez que ele se relacionava com um homem, estava muito afoito e não sabia fazer nada muito bem, então voltei a chupá-lo. Ele logo quis me comer e chupou meu rabo, porém eu nunca havia dado pra ninguém e não queria fazer logo com um desconhecido. Cortei o barato dele e voltei a chupá-lo até ele gozar em toda minha cara aquele liquido quente e saboroso.
Foi algo inesquecível para mim, sempre tive fetiche por enfermeiros, aliás, por vários funcionários públicos… Fico feliz de ter realizado ao menos um. Mas quero mais!
Essa historia se repetiu, algumas vezes voltava lá sem estar passando mal, só por conta daquele belo membro.
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sábado, 1 de agosto de 2015

Tomando banho de sol usando sunga quando...

Não se pode nem usar sunguinha amarela pra tomar um sol que vem os safadões passarem a mão na gente?...rs...


sexta-feira, 31 de julho de 2015

Num resort dos peladões

Acredito que seja o tipo de resort onde todo mundo fica nú. O bacana é a visão por baixo da água.



quinta-feira, 30 de julho de 2015

De mochila e moletom no banheirão

No mictório aberto aparece esse carinha de pau duro e moletom. Ele só esperou o sinal pra se aproximar do câmera....rs...



quarta-feira, 29 de julho de 2015

Visitante: Alexandra (ou Leonardo..rs...) de SP capital

"Olá..
Adorei seu blog.. se quiser postar algumas fotos minhas.... Sou bem safada, gosto que me façam de puta! Sou viciada em sexo... Sou de SP, capital, bairro Saúde!"

Alexandra também enviou o link de seu canal no xhamster (clique AQUI) com vídeos seus.
Espero que encontre alguém por aqui te faça de putinha Alexandra...rs...parece que ela aguenta uma rola grande, pros ativos pauzudos que querem socar pra valer.
Abração por trás e obrigado pela colaboração.











terça-feira, 28 de julho de 2015

Exibicionista discreto no metrô

O cara consegue mostrar o pau pra pessoa do outro lado, sem que a pessoa em seu lado perceba. Bem safadão.



segunda-feira, 27 de julho de 2015

domingo, 26 de julho de 2015

sábado, 25 de julho de 2015

Conto erótico: Perdendo a virgindade

Outro conto do nosso amigo J. Toureiro. Skype para contato: jtoureiro1

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         Eu já tinha uns 14 anos e tinha uma bunda redondinha e empinada. E por diversas vezes, observei Charles, um dos ajudantes da mercearia do meu pai, olhando para mim de forma estranha. Ele tinha 20 anos. Até que um dia ele passou por mim e falou baixinho: 
          ─ Paulinho, você tem a bundinha redondinha mais bonita que eu já vi. Se você fosse... eu te comia. 
         Fiquei pensando porque o Charles não terminou a frase. Isso me deixou inquieto, por alguns dias. Até que tomei a coragem e quando ele foi ao banheiro, que ficava nos fundos da mercearia eu o segui e perguntei: 
         ─ Charles, não entendi o que você quis dizer outro dia, e que acabou não completando a frase.
         Ele, parou no meio do batente da porta do banheiro me pediu para eu me virar de costas. Virei-me e desvirei. E ele falou: 
         ─ Sua bunda é redondinha. Deve ser uma delícia! Pena seu pai ser meu patrão. Fechou a porta e entrou no banheiro. 
         E eu fiquei ali, pensando se era verdade o que eu acabara de ouvir. E ao mesmo tempo, comei a pensar nele, de uma forma que nunca havia pensado. Tomei coragem e bati na porta devagarzinho e falei baixinho. 
         ─ Charles, abra a porta, quero te falar algo... 
         ─ Vá embora, Luciano! Seu pai está aí! 
         ─ Por favor, Charles! Preciso falar com você, só um instante que seja. 
         Charles então abriu a porta, e eu entrei. Em pé, ele estava urinando e pude ver pela primeira vez, o cassete dele meia-bomba. Era enorme... E logo brinquei dizendo: 
         ─ Isso aí é uma terceira perna? Ele sorriu e disse: 
         ─ É o que eu tenho para você. Já que entrou, agora vai ter que chupar. Subitamente retruquei: 
         ─ Eu não. Tá louco. Sou homem. Charles já com o pau duro soltou falando baixinho: 
         ─ Chupa ou conto ao seu pai que você veio atrás de mim me oferecendo à bunda. Seu veadinho!  
         Fiquei paralisado. 
         E ele me pegando pelo braço com carinho e ao mesmo tempo ríspido, venha logo, antes que alguém perceba que nós dois sumimos da mercearia. 
         Fiquei morrendo de medo de ele contar ao meu pai. Abaixei a contragosto e chupei aquele colosso, que só aumentava com as minhas chupadas. 
         Charles, sentado na tampa do vaso sanitário e eu ajoelhado, engolia com ele empurrando a minha cabeça contra a sua pica enorme. Até que ele não aguentou e gozou na minha boca, rosto e tudo mais. Levantei assustado, lavei o a boca e o rosto. Abri a porta e sai correndo para casa, que ficava ao lado da mercearia. 
         Um mês depois, ocorreu de um parente do meu pai falecer. A mercearia não abriu, mas meu pai pediu para que o Charles e eu ficássemos lá, pois tinha umas mercadorias que iria chegar e teria que ter alguém para receber. 
         Ficamos lá. Com as portas fechadas, mas dentro do salão conversando besteiras. Eu olhava para o Charles, agora com desejo. Ele logo percebeu e alisando o pau, falou: 
         ─ Luciano, você está querendo de novo? 
         Eu já quase salivando disse, todo tremulo. 
         ─ Hoje, quero saborear mesmo, sem ter nojo e quero que me possua de verdade. Charles sorrindo comentou: 
         ─ Guri, tu vai aguentar? Não quero vê-lo chorando por aí.
         ─ Quero e tem que ser logo! Não podemos demorar, pois o caminhão com as mercadorias podem chegar. 
         Eu e ele fomos para um quartinho nos fundos da mercearia, onde existe uma cama, onde meu pai sempre tirava um cochilo depois do almoço. 
         Abaixei a bermuda e fiquei completamente nu sobre a cama. Charles olhou-me desejoso e com aquele pau duro que apontava em minha direção.
         Aproximou e eu cai de boca. Chupei, suguei e ele soando feito um animal, virou-me sobre a cama. Pediu que eu empinasse a bunda. Ele tentou umas duas vezes, mas não entrava. Subitamente, Charles se lembrou de passar sabonete. Correu ao banheiro e lambuzou o meu cuzinho com sabonete.  
         Assim, ele ajeitou o pau no meu pequeno e apertado cuzinho e foi introduzindo. Vi estrelas, quando a cabeçorra passou. E eu o empurrei. Ele não me soltou e me pediu calma. Lágrimas escorriam pelo meu rosto de dor, mas ao mesmo tempo, não quis que ele tirasse. Pedi um instante para ele. O que carinhosamente atendeu. Pequei um pedaço do lençol e coloquei na boca e disse, empurra. Aquele membro entrou me rasgando todo. Charles empurrou, socou com vontade e foi dizendo ao meu ouvido: 
         ─ Vai ficar apaixonado por mim de hoje em diante. 
         Eu chorando e ele continuou socando... até que ouvi um urro animal e pude sentir o algo morno preenchendo o meu pequeno buraquinho. 
         Assim, ainda com o pau dele dentro de mim, ele falou, vou querer sempre você como minha femeazinha. Só não sei como faremos, pois seu pai sempre esta por perto. Teremos que arruma outro local. Eu só balancei a cabeça concordando, já que o meu cuzinho ainda com aquele membro ardia muito. Quando Charles tirou o pau dele de dentro de mim, senti um alívio, e o pau dele estava sangue... era das minhas pregas que ele havia acabado de tirar. 
         Continuei dando para o Charles até os meus 20 anos. Agora não mais na mercearia, mas numa casinha que ele tinha alugado em outro bairro.
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